quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

DIVÓRCIO: Porta larga que conduz muitos ao engano e alguns a perdição eterna ...




O tema deste post não é direcionado aos incrédulos, pois esses primeiramente precisam entender  o que significou a morte de Jesus pelos pecados de toda a humanidade; para que dessa forma, possam receber Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas;  até porque, Deus não leva em conta os pecados no tempo da ignorância, pois o sangue do Senhor Jesus Cristo é poderoso para nos purificar de todo pecado, nos fazendo nova criatura para que possamos andar em novidade de vida

A minha preocupação é com o Corpo de Cristo, principalmente com alguns ministros evangélicos que, as vezes por falta de entendimento dos ensinos neotestamentários, encontram dificuldade quanto a orientação da sua membresia na questão da separação conjugal entre cristãos; quando não, por falta de temor e/ou por conveniência preferem tornarem-se cúmplices do divórcio em detrimento do cumprimento ao que está escrito nas Boas Novas do Evangelho de Cristo.

 PERÍODO DA LEI 
[Velho Testamento]

Porque, primeiro foi formado Adão, depois Eva.
E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.
I Timóteo 2. 13 - 14

Na lei de Moisés, mediante carta de divórcio, 
as mulheres eram repudiadas pelo homem duro de coração que a substituía por qualquer motivo, influenciado pela sociedade judaica que estigmatizava a mulher por ter sido Eva enganada pela serpente e não o homem, chegando a condição de não ser contada na genealogia dos Hebreus.



 PERÍODO DA GRAÇA 
[Novo Testamento]

 Mateus  19.  1 - 12

E ACONTECEU que, concluindo Jesus estes discursos, saiu da Galileia, e dirigiu-se aos confins da Judeia, além do Jordão; E seguiram-no grandes multidões, e curou-as ali. 

 Então chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? 

 Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, 

 E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? 

 Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. 

Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? 

 Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. 

 Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. 

Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. 

 Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido. 



DISSE JESUS:
Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério
 [e o que casar com a repudiada comete adultério].
Mateus 19.  9 

 Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal.
De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas  núpcias. 
Romanos 7. 2 - 3                                

Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido.
(se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido)
 e que o marido não se aparte de sua mulher.  
I Coríntios 7.  10-11

Aos mais digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone.
E a mulher que tem marido incrédulo e este consente em viver com ela, não deixe o marido.
Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos. 
Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz. 
I Coríntios 7. 12 - 15
                                                                     
A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor.
Todavia, será mais feliz se permanecer viúva, segundo a minha opinião;  e penso que também eu tenho o Espírito Santo. 
I Coríntios 7.  39 - 40


CONCLUSÃO

Segundo o Evangelho da Graça, o divórcio concedido por Jesus só é permitido ao homem que foi traído pela esposa que cometeu adultério pela relação sexual ilícita. No caso em que o marido é o adúltero e a esposa traída não quer reconciliação (perdoar), a mesma poderá separar-se por ter sofrido a traição conjugal, assim como por qualquer outro motivo. Entretanto, a mulher separada estará cometendo adultério juntamente com aquele homem que vier a casar-se com ela;  pois, segundo o Espírito Santo por meio do apóstolo Paulo, a mulher cristã que optar pela separação conjugal, deverá permanecer só e pura. 
[até o fim de sua existência ou quando ocorrer o arrebatamento da noiva de Cristo]  
grifo do autor do blog

A exigência bíblica (neotestamentária) que não dá direito ao divórcio para contrair novo casamento, só é válida para a mulher; pois o homem traído que não quer reconciliar-se por motivo do adultério do cônjuge, o qual  provocou vergonha e desonra na vida conjugal do esposo, é concedido pelo Senhor Jesus uma nova oportunidade ao mesmo, a qual consiste em divorciar-se da  esposa adúltera e casar-se novamente. Fato este que não o isenta de liberar o perdão a ofensora; e isto, tão somente por uma questão de salvação pessoal dele e não por obrigatoriedade de reconciliação. 

Este mandamento foi uma ordenança exclusiva do Senhor Jesus aos maridos traídos e não ao gênero humano (homens e mulheres); pois se assim o fosse, também incluiria a mulher quando sofresse a traição conjugal, o que não é o caso. Porquanto, a mulher cristã que sofreu o adultério do marido e optou pelo divórcio por não conceder perdão para reconciliação do casamento, não é permitido que a mesma venha a contrair novas núpcias ou mesmo praticar qualquer forma de fornicação, sob pena de estar incluída no pecado de adultério, tanto ela, quanto ao homem que vier relacionar-se sexualmente com a mulher que optou pelo divórcio.
 Portanto, esta exceção do divórcio com direito a um novo casamento, só é concedida ao homem traído e não a mulher.  

Acredito que, essa exceção de conceder ao homem traído novo matrimônio, dá-se não só pelo fato da reparação da desonra do marido ofendido, mas também para que os filhos que restou de um casamento desfeito sejam beneficiados pela possibilidade de um novo lar, juntamente com a nova esposa que assumirá o papel de mãe, caso haja filhos menores para serem educados no Caminho do Evangelho, como recomenda a instrução bíblica de Provérbios 22. 6:
    Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.


Quanto as feministas gospel (rebeldes) discordarem, no sentido de acharem que o Senhor Jesus  está fazendo acepção no tratamento dado a elas; reflita bem, pois para quem iria ser apedrejada segundo a Lei de Moisés, permanecer só e pura, é uma forma de preservar-se da condenação eterna. 
Contudo, as mulheres cristãs que guardarem esses mandamentos
 (Mateus 19.  9  e   I Coríntios 7.  10 - 11) , 
serão dignas de muito mais honra, misericórdia e Graça da parte do nosso Senhor e Salvador, 
pois sabiamente preferiram obedecer ao Espírito Santo da promessa, O qual nos conduzirá a toda verdade do Evangelho de Jesus e por fim a Vida eterna com  Cristo! 


QUEM TEM OUVIDOS, OUÇA O QUE O ESPÍRITO DIZ ÀS IGREJAS.
Apocalipse  3. 22 

Paz seja com todos!
JC de Araújo Jorge
                                                                                               

domingo, 6 de novembro de 2016

A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS E O ARREBATAMENTO: Pré ou Pós Tribulacionismo?




A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS

Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes. As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; no entanto, as prudentes além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. E , tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! Então, se levantaram todas aquelas virgens e preparam as suas lâmpadas. E as néscias disseram às prudentes: Daí-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando. Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. Mais tarde, chegaram as virgens néscias: Senhor, senhor, abre-nos a porta! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço. Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.
Mateus  25.  1 - 13

Na parábola das dez virgens, que significa a totalidade da Igreja de Cristo, todas tinham lâmpadas acesas (conversão inicial) e também todas dormiam ao esperar o arrebatamento que demorava.
À meia noite porém (hora inesperada), houve um alerta geral para toda a Igreja, néscias e prudentes, as quais levantaram-se do sono ao encontro do noivo. No entanto, somente a metade da Igreja (prudente) tinha levado consigo (durante sua existência), a devida comunhão com o Espírito Santo. A outra metade (néscias), deixou para a última hora o amar à Deus sobre todas as coisas a ao próximo como a si mesmo.

Não sendo possível as virgens néscias (imprudentes e negligentes) 

serem arrebatadas pelo Noivo. 
Sendo assim, terão que enfrentar a fúria do anticristo na Grande Tribulação, passando por sofrimentos até a morte, sem que haja a presença consoladora do Espírito Santo; como também não poderão negar a Jesus e receber a marca da besta (666), com prejuízo de não alcançar a vida eterna com Cristo pela perda da salvação.


CONCLUSÃO
Mediante melhor entendimento, o pré tribulacionismo representa a metade da igreja que será arrebatada.
E o pós representa a outra metade que passará pela grande tribulação. 
Assim sendo, tanto o Pré quanto o Pós, 
estão corretos em suas defesas doutrinárias, a não ser pelo fato dos pós tribulacionistas não aceitarem o arrebatamento da Igreja prudente em detrimento de somente eles 
(pós tribulacionistas) não serem arrebatados e por conseguinte, ter que passar pelo período tribulacional sem a presença das virgens prudentes, as quais estarão sendo recompensadas pelo Noivo como Igreja gloriosa.
Apocalipse 20. 4
Apocalipse 7. 14



EXORTAÇÃO

Mais bem aventurado é receber entendimento do Evangelho de Cristo e praticá-lo, encher-se do Espírito Santo e manter-se vigilante para fazer parte do arrebatamento da Igreja e NÃO ter que passar pelo martírio do governo do anticristo,  fazendo-se participante da grande tribulação.

MARANATA ! 

ORA VEM SENHOR JESUS.

Paz seja com todos,

JC de Araújo Jorge



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

DIÁLOGO INÉDITO...

A imagem acima não significa de forma alguma que o diabo é páreo para o Cristo
 glorificado, o qual recebeu todo poder nos céus e na terra, 
mas somente tenta representar o confronto do Jesus 
100% homem que abriu mão de sua glória em 
substituição ao primeiro Adão, vencendo o
 pecado em nosso lugar e pagando 
preço da nossa condenação 
eterna.


INTRODUÇÃO

Após ter sido batizado por João Batista no rio Jordão, Jesus cheio do Espírito Santo foi guiado pelo mesmo Espírito ao deserto para ser tentado, a fim de ser aprovado para Sua grande Missão de Salvador da humanidade decaída.

Para ver postagem completa, acesse o link:

TENTAÇÃO NO ESPÍRITO 
Coração - Emoção - Bondade... 

Testificando que Jesus vencera a primeira tentação no corpo e a segunda na alma, 
o Diabo planejou a terceira e grande tentação no espírito, como um golpe de "mestre".

"Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos reinos do mundo 
e a glória deles e lhe disse: 
Tudo isto te darei se, prostrado me adorares".



OPINIÃO DO AUTOR
Creio sinceramente que Jesus não poderia ficar tentado por nenhum reino deste mundo, nem  tão pouco pela glória deles; pois de onde viera junto do Pai era infinitamente mais glorioso. Porém, o astuto tentador apelou para a bondade, a misericórdia e o amor de Jesus
para colocar seu plano diabólico em ação.
Foi mostrado pelo Diabo com a permissão de Deus, todas as nações e seus governantes, assim como seus impérios: militares, políticos e econômicos, ou seja, o domínio deste mundo onde o príncipe é Satanás.


ATENÇÃO
O diálogo a seguir é apenas uma ficção e tem por objetivo
 trazer uma melhor compreensão da terceira tentação de Jesus no deserto, já que a real veracidade dos fatos, só poderemos saber quando  estivermos face a face com o Mestre.


SUPOSTO DIÁLOGO ENTRE SATANÁS E JESUS
"Eu Satanás, que tenho livre acesso nas mentes e  nos corações dos homens que governam nações e também dos que tem o poder econômico, faço com que os mesmos criem: 
Guerras - Miséria - Fome - Violência - Injustiça - Ganância - Corrupção - Estupros - Pedofilia  e  Morte.
Nesta ocasião quero propor a Ti um acordo definitivo e irrevogável diante do Todo-Poderoso.Acordo este, pelo qual proporcionará que Tu não sofras mais com nenhuma das mazelas citadas por mim, as quais tenho imposto aos seres humanos com o objetivo de dominar alguns e subjugar a tantos outros.

Já que, aquele primeiro Adão que o Seu Pai colocou no Jardim do Éden com o objetivo de povoar a terra e governa-la, não foi páreo para mim, pois o mesmo estava ligado de forma apaixonante àquela mulher (Eva) que eu a enganei com certa facilidade. Haja vista eu  ter  cortado  o  bem  pela  raiz antes que o primeiro homem (Adão) iniciasse sua descendência no 
Éden e formasse na Terra um  governo de Justiça. 

Mas percebe-se que Tu não és como aquele Adão, que pela sua queda me 
entregou a autoridade e a glória desses reinos, e eu a dou a quem quiser. Portanto, nesta oportunidade peço a sua atenção para confessar-te que, no mais íntimo dos meus sentimentos,
 tenho uma certa admiração por Ti.
E para provar que não sou tão mau assim, apenas não fui bem compreendido por seu Pai, o Todo Poderoso, aproveito a ocasião para devolver a Ti o reino deste mundo, a fim de que Tu entres nas mentes e corações corrompidos por mim; e desta forma tenhas o controle da humanidade, preenchendo seus corações e mentes com a Sua justiça para que possas governar
este mundo como no início planejado por Seu Pai. 
Contudo, somente te pedirei que realize o meu 
"sonho de consumo mais profundo",
 que é receber sua admiração. Por isso te peço que, em troca de tudo que
 estou te oferecendo, eu receba uma uma única coisa de Ti: 
Que fique ajoelhado diante de mim e me adore como uma divindade. 
(Síndrome de Lúcifer)

 A RESPOSTA DE JESUS SERIA

"Certamente, oh! Satanás eu não sofreria mais com o sofrimento da humanidade,
 enquanto tu se indignaria
 muito por não poder mais fazer o mal aos seres humanos. 
Mas isso seria provisório e não definitivo, porquanto inevitavelmente chegaria 
o Dia do Juízo Final e Eu não poderia ser o Cordeiro Imaculado a ser sacrificado
 na Cruz do Calvário pelos pecados da humanidade, 
pois Eu teria cometido um único pecado: 
'O de me prostrar a ti e te adorar'.
Portanto, não existe nenhuma possibilidade de acordo entre Mim e ti, 
pois tu és trevas e Eu sou Luz."
AQUI ENCERRA-SE O
 SUPOSTO DIÁLOGO ENTRE SATANÁS E JESUS

Então Jesus ordenou:

Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto.
Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram.
Mateus 4. 1-11
Marcos 1. 12-13
Lucas 4. 1-1



Paz seja com todos!
JC de Araújo Jorge

sexta-feira, 15 de julho de 2016

ARREBATAMENTO: Está chegando o GRANDE DIA!



Permita-me expressar minha opinião sobre o grande evento que está próximo de acontecer.
Entretanto, muitos cristãos tem aprendido de forma equivocada em suas igrejas que,  o arrebatamento da Igreja só poderá ocorrer quando o Evangelho for pregado à toda criatura; e por discordar de tal afirmativa, passo a fazer uma breve descrição sobre os principais acontecimentos do Apocalipse.

ETAPAS DO FIM

I. Arrebatamento da metade da Igreja (prudentes) juntamente com o Espírito Santo que não estará mais na Terra durante o período da grande tribulação. Os cristãos arrebatados com seus corpos glorificado irão ao encontro do Noivo nas nuvens para receber galardões, segundo obras verdadeiramente evangelísticas.

II. Retorno de Cristo com a Igreja glorificada para salvar os remanescentes judeus que se arrependeram de ter rejeitado o Messias, os quais clamarão pelo Seu socorro no final da grande tribulação.

III. Prisão do falso profeta e do anticristo para estabelecer o governo milenar de Cristo na Terra, juntamente com a Igreja glorificada.

IV. Os judeus de corpos não glorificados pregarão a todas as nações, as quais pela ausência do mal, ou seja, pela prisão definitiva do anticristo juntamente com o falso profeta e do próprio satanás (o dragão) por mil anos, fará com que todos os moradores da terra aceitem de bom grado o Evangelho do Reino.

 V. Com o fim do Milênio, satanás será solto por um pequeno período de tempo. E isso, para provar a conversão da totalidade dos povos que serão evangelizados pelos judeus remanescentes de Israel; posto que as referidas conversões ocorrerão pela ausência do mal e não pela fé.

VI. Os que passarem para o lado de satanás, farão guerra contra Cristo na grande batalha do Armagedom e serão todos lançados no lago de fogo, inclusive os que não estão escritos no Livro da Vida e do Cordeiro.

VII. Por fim, todos os salvos com corpos glorificados não necessitarão mais da Terra, porquanto a mesma será destruída e habitaremos para sempre na Jerusalém Celestial.


CONCLUSÃO

O reinado do anticristo terá 3 anos e meio de falsa paz que, segundo entendimento bíblico do Livro do Apocalipse, o anticristo implantará um sinal na mão direita ou na fronte; marca esta (666),  indispensável para que todos possam fazer parte dos sistemas: trabalhista, financeiro, político/religioso e todo tipo de compras e vendas comerciais.
  

Acredito que o anticristo estabelecerá um trono em Jerusalém,  para ser reverenciado e adorado pelo judeus, como se fosse o próprio Cristo. O abominável da desolação, no lugar onde não deveria estar, descrita no livro do profeta  Daniel 12. 11.
  As pragas descritas no livro do Apocalipse terão início no segundo período dos 7 anos, ou seja, nos 3 anos e meio restantes, quando então o anticristo juntamente com o falso profeta será desmascarado pela nação de Israel, a qual não lhe dará mais adoração como se fosse o Cristo, posto que ele não poderá combater os flagelos do Apocalipse profetizado pelas duas testemunhas. E isso, fará com que Israel sofra por parte do anticristo a grande tribulação propriamente dita, proferida pelo próprio Senhor Jesus e registrado no capítulo 24,  nos versículos de  15  de  ao  31  do Evangelho de  Mateus. 
"Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel,
no lugar santo (quem lê entenda)..." 

Sabendo-se que, só os remanescentes que se arrependerem  de ter rejeitado o verdadeiro Cristo pela pregação das 2 TESTEMUNHAS e que clamarem por socorro serão salvos ao completar os 7 anos de angústia. O que culminará com a descida de Cristo com Sua Igreja glorificada, O qual dará ordem ao Arcanjo para lançar vivos e de forma definitiva, o falso profeta e o anticristo no lago de fogo, como também prenderá satanás por mil anos, quando então Cristo iniciará Seu governo milenar na Terra. Período este em que os judeus (de carne e osso) remanescente da grande tribulação, terão a missão de pregar o Evangelho do Reino a toda criatura, porquanto a  Igreja arrebatada e glorificada,  terá o privilégio de reinar com Cristo no milênio.

Ao término do governo milenar satanás será solto por um breve período de tempo, quando se provará se as conversões ocorridas no milênio foram por fé ou pela ausência do mal.
Muitos serão seduzidos por satanás e  arregimentado para guerrear contra o Cristo na batalha do Armagedom. E, após a vitória total do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, haverá o juízo final, como também passará o céu e a terra (destruição das coisas materiais) e finalmente reinaremos eternamente com Cristo na Jerusalém Celestial.

Oremos e vigiemos, pois o arrebatamento da Igreja poderá ocorrer a qualquer momento. 
Portanto, esse grande evento, não está atrelado a pregação do Evangelho à toda criatura, a qual só ocorrerá no final do milênio, conforme exposição acima.


Paz Seja Com Todos,
JC de Araújo Jorge

quarta-feira, 1 de junho de 2016

A VERDADEIRA ADORAÇÃO...



É crescente o número de denominações evangélicas que em suas reuniões vem assimilando a forma do mundo, as quais se secularizam a cada dia. 
Como se não bastasse a presença de políticos nos púlpitos nas tais denominações, com o objetivo de promover barganha em época de eleição, os próprios líderes religiosos tendo como pretexto atrair visitantes para aumentar seu rebanho, vem transformando os altares de suas congregações em verdadeiros palcos com atrações diversas. 


ORIGEM 

Tudo começou quando a ministração dos cânticos que ocorria de forma espontânea e espiritual, num período separado para louvor, foi sendo substituída por pseudos ministros de louvores; os quais dão voz de comando aos membros participantes de um culto, quanto a forma de expressão corporal e até mesmo verbal, dizendo o que se deve falar ao irmão do lado direito e esquerdo; afirmando que esta prática, é uma espécie de profecia. 
Dessa forma a condução da adoração que deveria ser espontânea e espiritual, passou a ser uma ministração robotizada, sujeitando-se até a eventuais coreografias que desrespeita os irmãos menos jovens (meia e terceira idade), em nome de um modernismo que praticamente dispensa a presença e o mover do Espírito Santo.

 A Igreja de Cristo é espiritual e não depende de nenhum formato secular de Entretenimento ou Empresarial , pois Ela foi constituída e edificada por Cristo para a verdadeira adoração, libertação dos cativos e pregação do Evangelho para arrependimento e salvação eterna de todo aquele que crê. TAMBÉM É MISSÃO DA IGREJA  Socorrer os necessitados em suas aflições, acolher os órfãos e as viúvas e não acumular riqueza ou gastá-la de forma leviana com Shows gospel ou coisas afins. Alguns líderes comportam-se de forma estranha, como se fossem donos de igrejas e  não tivessem que prestar contas ao verdadeiro Cabeça do Corpo, que é Cristo Jesus, o qual comprou a Igreja com Seu precioso sangue, e que virá buscar a Sua Noiva, sem mácula e sem ruga, para a glória de Deus Pai Todo Poderoso.  
Amém.  


"PORQUE  JÁ  É  TEMPO  QUE  COMECE  O  JULGAMENTO  PELA  CASA  DE  DEUS;  
E,  SE  PRIMEIRO  COMEÇA POR  NÓS,  
QUAL  SERÁ  O  FIM  DAQUELES  QUE  SÃO  DESOBEDIENTES  AO  EVANGELHO  DE  DEUS ?"  
I Pedro 4. 17


 CONSIDERAÇÕES FINAIS DO AUTOR 

NÃO  PRETENDO  QUE  OS  LEITORES  DESTA  MENSAGEM  CONSIDEREM  QUE,  DA  PARTE  DO  AUTOR HAJA  ALGUMA  ATITUDE  PESSIMISTA  COM  RELAÇÃO  AS  CONSTATAÇÕES  OBSERVADAS  EM  PARTE  DAS  IGREJAS DESTE  SÉCULO;  PELO  CONTRÁRIO,  VENHO  INFORMAR  AOS  LEITORES  DESTE  POST  QUE  O  LEGÍTIMO CABEÇA  DO  CORPO  ESTÁ  DEIXANDO  QUE  ESSAS  CALAMIDADES  OCORRAM  NA  SUA  IGREJA  PARA VER  ATÉ  ONDE  VAI  A  FALTA  DE  TEMOR  DE  ALGUNS  E  PARA  PROVAR  O  QUE  ESTÁ  NO  CORAÇÃO  DE  OUTROS;  MAS,  QUE  ELE  MESMO,  O  CABEÇA  DO  CORPO,  TEM  FRUSTRADO  A  MUITOS  E  CORRIGIDO  A TANTOS  OUTROS  PRESUNÇOSOS  E   NÃO  POUCOS  INFIÉIS .

 MARANATA!  ORA,  VEM  SENHOR  JESUS. 


Paz seja com todos! 

JC de Araújo Jorge 

sábado, 7 de maio de 2016

CONCLUSÃO DO AUTOR




Concluo este sagrado trabalho pedindo a Deus que seu
conteúdo, bem fundamentado nas Escrituras Sagradas e
respaldado pela Sua Palavra, possa proporcionar a todas as
igrejas o esclarecimento necessário para vivenciarem a
verdadeira Graça de Cristo, sem o peso das leis de
mandamentos carnais; mas somente na prática de boas obras,
servindo a Deus em liberdade de espírito, sem novamente
sofrerem o temor da escravidão da Lei, conforme a
orientação do apóstolo Paulo, quando diz:
 “Porque não recebestes o espírito de escravidão, 
para outra vez estardes em temor” 
(Rm 8.15).

Procurei elaborar esta obra numa linguagem simples,
clara e bem fundamentada na Palavra de Deus; inclusive,
com muita riqueza de detalhes. Por isto, posso ter parecido
redundante nos meus esclarecimentos, mas, apenas fiz o
possível para que não paire nenhuma dúvida sobre o
entendimento do leitor em relação a verdadeira doutrina da
Salvação pela Graça que há em Cristo Jesus.
Portanto, deixo aqui a minha saudação a todos, com
votos de que a graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de
Deus, e a comunhão do Espírito Santo, sejam com todas as igrejas.


E ao Único Deus, o Todo-Poderoso, seja a glória e
majestade, domínio e poder, para todo o sempre. 
Amém.

Paz seja com todos!


segunda-feira, 7 de março de 2016

A OBRA SOCIAL DA IGREJA



Como já temos observado nos capítulos anteriores,
as obras legalistas, inclusive a devolução do dízimo, não
se enquadram na prática do verdadeiro cristianismo.
Então, como deve o cristão proceder para
contribuir financeiramente com a obra de Deus? Levando
ofertas em justiça, o que propuser no seu coração, isto de
boa mente e com alegria, tendo consciência de que a obra
de Deus carece da sua colaboração; sabendo ainda que se,
espontaneamente (independente de percentual), não tiver
desejo de render algo à causa de Deus, sua regeneração
em Cristo fica em dúvida.

Para que fim irá o cristão contribuir? Desde que se
entenda que a contribuição passa pela lei da liberdade que
há em Cristo Jesus, sem dúvida a responsabilidade do
cristão cai ainda mais sobre os seus ombros; porque terá
de provar para si mesmo, qual é o seu amor pelo Senhor e
Sua obra. Pois está escrito: “Não ameis em palavras, mas
por obras e em verdade” (1 Jo 3.18). O verdadeiro cristão
sabe do seu dever de contribuir para que a igreja tenha
com que se manter em sua totalidade, isto é, suprir à
medida do possível todas as necessidades enquadradas na
obra de Deus. Deve contribuir para que haja pregação do
Evangelho, para sustento de obreiros (quando for
necessário), para manter o local onde a igreja se reúne,
etc.

Deve contribuir, também, e com grande ênfase,
para que exista assistência ao necessitado. A este assunto
foi reservado um bom espaço, tendo em vista que grande
parte da arrecadação da igreja primitiva era destinada ao
socorro dos necessitados, e que muitos obreiros, hoje, não
ensinam esta doutrina cristã, muito enfatizada na Bíblia.
A igreja primitiva, como possuidora das virtudes
espirituais, era dotada de caridade e colocava o amor em
prática por ensinamento de Jesus Cristo, que diz: “A lei
resume-se em amar a Deus sobre todas as coisas e o
próximo como a si mesmo”. Veja Mt 22.39; Mc 12.31.

Em Lucas 12.33, Jesus ensina dizendo: “Vendei o
que tendes e dai esmolas. Fazei para vós bolsas que não
se envelheçam, tesouro nos céus que nunca se acabe”.
Paulo escrevendo aos Gálatas 5.14 diz: “Toda lei
se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás o teu próximo
como a ti mesmo”. E na sua Primeira Epístola a Timóteo
1.5, diz que o fim do mandamento é a caridade de um
coração puro, de uma boa consciência, e de uma fé não
fingida.

Em 1 João, 4.16, diz que Deus é caridade, e quem
está em caridade está em Deus, e Deus nele.
Alguém pode perguntar: “Mas a obra social faz
parte da principal caridade?” Sim, é a resposta; confira
1 Jo 3.17: “Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o
seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas,
como há nele caridade de Deus?”
Existem líderes religiosos afirmando que a obra
social não agrada a Deus. Este foi um dos motivos que
levaram Pedro a escrever sua Segunda Epístola,
começando este assunto no primeiro capítulo. Do
versículo 1 ao 7, ele instrui a prática da caridade e nos
versículos 8 e 9 ele nos dá o perfil daquele que a tem e
daquele que não a tem: “Porque se em vós houver e
abundar estas coisas, não vos deixarão ociosos nem
estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo:
porque aquele em quem não há estas coisas é cego, nada
vendo ao longe, havendo-se esquecido da purificação dos
seus antigos pecados”.

Isto prova que a igreja que assim não procede, está
em falta com a obra de Deus, exatamente por falta do
fruto de caridade; enquanto em Gálatas 5.22 diz: “Mas o
fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade,
benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”.
A prática da Obra Social sempre foi uma das
principais obras do Evangelho. Além de tudo, esta
caridade tem que ser pura e sem fingimento. Paulo,
escrevendo a Timóteo, diz que o fim do mandamento é a
caridade de um coração puro, e de uma boa consciência, e
de uma fé não fingida (1Tm 1.5). Isto quer dizer: fazer
tudo sem buscar os nossos próprios interesses, ou seja,
sem levar em conta o que a pessoa favorecida pode ou
não fazer em nosso favor.

A recompensa virá do alto: “Eles não tem com que
te recompensar, mas recompensado te será na
ressurreição dos justos”, disse Jesus (Lc 14.14).
Por isto, Paulo escreve a sua Primeira Epístola aos
Coríntios 13.3, dizendo: “E ainda que distribuísse toda a
minha fortuna para sustento dos pobres, e não tivesse
caridade, nada disto me aproveitaria”; e no versículo 5
diz que a caridade não busca os seus próprios interesses.
Encontramos a mesma expressão em Lv 25.37, dizendo:
“Não lhes darás teu dinheiro por usura, nem darás o teu
manjar por interesse”.
Podemos afirmar que o cristianismo, corretamente
compreendido, é a ciência do amor. É impossível ser
revestido de Cristo sem ser dotado do verdadeiro amor.
Por isto, o espírito de caridade acompanha o cristão,
automaticamente. Não existe verdadeiro cristão sem o
verdadeiro amor. E esse amor tem que ser colocado em
prática; por isto João recomenda: “Não ameis em
palavras, mas por obra e em verdade” (1 Jo 3.18).
O verdadeiro cristão tem o Espírito Santo, e por
isto é, obviamente, dotado de caridade; pois está escrito
que o fruto do Espírito é: “caridade, gozo, paz,
longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão,
temperança” (Gl 5.22).
Em 1 João, 4.16, diz que Deus é caridade, e quem
está em caridade está em Deus, e Deus nele.
Muitos têm questionado: “Ora, para que em mim
haja caridade de Deus, não preciso auxiliar na fome, na
sede, na enfermidade ou em qualquer outra necessidade
de alguém, pois isto eu já tenho no coração”. Pois bem, se
alguém se compadece de quem passa por necessidade, e
não pode ajudar, está tudo bem; mas se pode e não ajuda,
nesse não existe caridade de Deus. A Bíblia é clara ao
afirmar: “Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu
irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como há
nele caridade de Deus?” ( 1 Jo 3.17 ).

Está escrito: Amar a Deus sobre todas as coisas; pois
bem; se víssemos Deus com fome, com sede, enfermo ou
com qualquer outra necessidade, prestaríamos atendimento a
Ele? Claro que sim, faríamos isto de imediato! Agora vem
uma pergunta: faríamos isto por amor, ou por egoísmo?...
Não seria unicamente por interesse próprio?... Visando
somente retorno, e não suprir a necessidade de Deus (ainda
que Deus não necessita de nada)?... Não seria somente
buscando proveito em Deus por sabermos que Ele tem poder
para nos retribuir?... Porque se não fizermos o mesmo pelo
nosso irmão, está provado que seria puro egoísmo. Porque a
mesma Bíblia que diz para amar a Deus, também diz para
amar o próximo, o nosso irmão. Por que para Deus faríamos
tudo, mas para o nosso irmão, nada? 

Não sabemos que fazer
para o nosso irmão é o mesmo que fazer para Deus, e que
deixar de fazer para o nosso irmão é o mesmo que deixar de
fazer para Deus? É fazendo pelo próximo que realizamos o
nosso amor a Deus. É amando o próximo que Deus se sente
amado por nós. É servindo o próximo que Deus se sente
servido por nós. Quer realizar algo para Deus? Faça pelo
próximo. O nosso amor a Deus se realiza na pessoa do
próximo. É fazendo pelo próximo que fazemos para Deus. É
deixando de fazer pelo próximo que deixamos de fazer para
Deus.
Jesus deu prova desta realidade, ao deixar bem claro
que, no grande julgamento, ao condenar alguém por falta de
caridade, dirá: “todas as vezes que deixastes de fazer a um
destes pequeninos, a mim o deixastes”. E ao dar as boas vindas
ao Reino dos céus pela realização de caridade, dirá:
“Todas as vezes que fizestes a um destes pequeninos, a mim o
fizestes”. ( Mt 25.34-45).

Para mais confirmação deste esclarecimento
devemos lembrar que, ao pregar a entrada no Reino dos
Céus, João Batista chamava a atenção do povo para a
prática da caridade, dizendo: “Toda árvore, pois, que não
dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo”. E a multidão
o interrogava a respeito desse fruto, dizendo: “Que
faremos, pois?” Noutras palavras: “que fruto é esse?”
Então respondendo ele, disse-lhes: “Quem tiver duas
túnicas reparta com quem não tem, e quem tiver
alimentos faça da mesma maneira” (Lc 3.9-11).
Então, amados irmãos, está mais do que provado, à
luz das Escrituras Sagradas, que a assistência aos
necessitados é uma determinação divina, e que o fruto do
Espírito é: “caridade, gozo, paz, longanimidade,
benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gl 5.22).

Por esta gloriosa razão a igreja primitiva investia a
maior parte de sua arrecadação na obra social (na realização de caridade).


Promessas bíblicas Referentes à Obra Social:
1) Sl 41.1-3:
a) Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre;
b) O Senhor o livrará no dia do mal.
c) Será abençoado na terra.
d) O Senhor o sustentará no leito da enfermidade.
e) Tu renovas a sua cama na doença.

2) 2 Pe 2.9:
Assim sabe o Senhor livrar da tentação os
piedosos.

3) Is 1.17-20:
Aprendei a fazer o bem, praticai o que é reto;
ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da
causa das viúvas.
a) Vinde então e argui-me, diz o Senhor.
b) Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a
neve.
c) Ainda que sejam vermelhos como o carmesim,se tornarão como a branca lã.

4) Lc 11.41: Dai antes esmolas do que tiverdes, e eis que tudo
vos será limpo.

5) 1 Pe 4.8:
Mas, sobre tudo, tende ardente caridade uns para com os outros; porque a caridade cobrirá
multidão de pecados.

6) Pv 19.17: Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, e ele lhe pagará o seu benefício.

7) 1 Tm 6.18-19:
a) Que façam bem, enriqueçam em boas obras,
repartam de boa mente, e sejam comunicáveis.
b) Que entesourem para si mesmos um bom
fundamento para o futuro.
c) Para que possam alcançar a vida eterna.

8) At 10.31: As tuas esmolas estão em memória diante de Deus.
Veja ainda: 1 Tm 4.8; Mt 25.34-40; Mt 19.21; 2 Co 9.9.

9) Lc 6.35-36: Emprestai, sem nada esperardes, e será grande o
vosso galardão. 
Veja ainda: Ec 11.1-2; Pv 2.29; Pv 28.27; Pv 25.21-22.

 10) Sl 112.4-9:
a) Aos justos nasce luz nas trevas; ele é piedoso,
misericordioso e justo.
b) Bem irá ao homem que se compadece e
empresta: disporá a sua causa com juízo.
c) Na verdade que nunca será abalado: o justo
ficará em memória eterna.
d) Não temerá maus rumores; o seu coração está
firme, confiando no Senhor.
e) O seu coração, bem firmado, não temerá, até
que ele veja cumprido o seu desejo sobre os
seus inimigos.
f) É liberal, dá aos necessitados: a sua justiça
permanece para sempre, e a sua força se
exaltará em glória. 

11) Is 58.7-11:
Porventura não é também que repartas o teu pão
com o faminto, e recolhas em casa os pobres
desterrados? E, vendo o nu, o cubras, e não te
escondas da tua carne?

a) Então romperá a tua luz como a alva.
b) A tua cura apressadamente brotará.
c) A tua justiça irá adiante da tua face.
d) A glória do Senhor será a tua retaguarda.
e) Então clamarás, e o Senhor te responderá.
f) Gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui.
g) A tua luz nascerá nas trevas.
h) A tua escuridão será como o meio-dia.
i) E o Senhor te guiará continuamente.
j) E fartará a tua alma em lugares secos.
k) Fortificará teus ossos.
l) E serás como um jardim regado.
m) É como mananciais, cujas águas nunca faltam.

12) Lc 6.38:
Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada,sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço.



Ao concluir este capítulo, quero salientar que a obra
de caridade não se limita em saciar a fome, matar a sede,
agasalhar; mas sim em tudo que o nosso próximo necessitar:
Se fome, comida; se sede, bebida; se despido, agasalho; se
enfermidade, medicamento; se solidão, convivência fraternal;
etc., conforme está escrito: 
“Comunicai com os santos nas suas necessidades” 
(Rm 12.13).



Paz seja com todos,
JC de Araújo Jorge


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